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17 de jun de 2011

A Parábola do Porco-Espinho.



Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram juntar-se em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.

Por isso, decidiram afastar-se uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados. Então, precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam permanecerem unidos e convivendo com os espinhos dos companheiros.

Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver em grupo. Pois somente dessa forma puderam causar o calor necessário para a sobrevivência de cada um dos componentes dos grupos.
E, assim, sobreviveram.

Moral da História
Podemos entender a história com nossa visão espiritual:
Os porcos espinhos necessitavam se manter unidos para serem aquecidos. Porém quando havia essa união eles se feriam com os espinhos de seus companheiros. E conosco, acontece o mesmo.
Ao nos relacionarmos em grupo, muita das vezes nos ferimos com os espinhos de nossos irmãos na fé. Ao invés de espinho, pode ser uma palavra dura, um comportamento equivocado, uma atitude sem pensar, que nos magoam de certa forma.
Porém o melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.
Se nos mantermos afastados do grupo, o frio, ou seja, o esfriamento espiritual, as frustrações da vida, poderão nos fazer morrer congelados. Entretanto ao nos mantermos unidos, o diabo e seus demônios encontram resistência para neutralizar nossa fé.
Na fé, Danielle Boyer.

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